domingo, 4 de março de 2018

OUÇA O SÁBIO



Era uma vez um rei que, há muito tempo, governava um país. Um dia, ele saiu em viagem para algumas áreas bem distantes. Quando retornou ao palácio, reclamou que seus pés estavam terrivelmente doloridos, porque era a primeira vez que fazia uma viagem tão longa e que havia muitos pedregulhos pela áspera estrada.
Ele ordenou a seus servos que cobrissem toda a estrada, por todo o país com couro.
Definitivamente, essa obra necessitaria de milhares de vacas esfoladas e custaria uma quantia enorme de dinheiro.
Então, um dos mais sábios entre os criados ousou falar ao rei:
— Por que o rei tem que gastar essa quantia desnecessária de dinheiro? Por que, simplesmente, não manda cortar um pequeno pedaço de couro para cobrir seus pés?
Há uma valiosa lição de vida dentro dessa história:
Para fazer deste mundo um lugar feliz para se viver, é melhor você mudar a si próprio e não o mundo!
Autor Desconhecido

A arte… de julgar os outros



Eram dois vizinhos. Um deles comprou um coelho para os filhos. Os filhos do outro vizinho também quiseram um animal de estimação. E os pais desta família compraram um filhote de pastor alemão.
Então começa uma conversa entre os dois vizinhos:
– Ele vai comer o meu coelho!
– De jeito nenhum. O meu pastor é filhote. Vão crescer juntos e ‘pegar’ amizade!!!
E, parece que o dono do cão tinha razão. Juntos cresceram e se tornaram amigos. Era normal ver o coelho no quintal do cachorro e vice-versa. As crianças, felizes com os dois animais.
Eis que o dono do coelho foi viajar no fim de semana com a família. E não levaram o coelho. No domingo, à tarde, o dono do cachorro e a família tomavam um lanche tranquilamente, quando, de repente, entra o pastor alemão com o coelho entre os dentes, imundo, sujo de terra e morto. O cão levou uma tremenda surra! Quase mataram o cachorro de tanto agredi-lo.
Dizia o homem:
– O vizinho estava certo. Só podia dar nisso!
Mais algumas horas e os vizinhos iam chegar. E agora?!
Todos se olhavam. O cachorro, coitado, chorando lá fora, lambendo os seus ferimentos.
– Já pensaram como vão ficar as crianças?
Não se sabe exatamente quem teve a idéia, mas parecia infalível:
– Vamos lavar o coelho, deixá-lo limpinho, depois a gente seca com o secador e o colocamos na sua casinha. E assim fizeram. Até perfume colocaram no animalzinho. Ficou lindo. Parecia vivo, diziam as crianças.
Logo depois ouvem os vizinhos chegarem. Notam os gritos das crianças.
– Descobriram!
Não passaram cinco minutos e o dono do coelho veio bater à porta, assustado. Parecia que tinha visto um fantasma.
– O que foi?! Que cara é essa?
– O coelho, o coelho…
– O que tem o coelho?
– Morreu!
– Morreu? Ainda hoje à tarde parecia tão bem.
– Morreu na sexta-feira!
– Na sexta?!
– Foi. Antes de viajarmos, as crianças o enterraram no fundo do quintal e agora ele reapareceu!
A história termina aqui. O que aconteceu depois fica para a imaginação de cada um de nós. Mas o grande personagem desta história, sem dúvida alguma, é o cachorro.
Imagine o coitado, desde sexta-feira procurando em vão pelo seu amigo de infância. Depois de muito farejar, descobre seu amigo coelho morto e enterrado.
O que faz ele? Provavelmente com o coração partido, desenterra o amigo e vai mostrar para seus donos, imaginando que o fizessem ressuscitar.
E o ser humano continua julgando os outros…
A outra lição que podemos tirar desta história é que o homem tem a tendência de julgar os fatos sem antes verificar o que de fato aconteceu.
Quantas vezes tiramos conclusões erradas das situações e nos achamos donos da verdade?
Histórias como essa, são para pensarmos bem nas atitudes que tomamos.
Às vezes, fazemos o mesmo…
A vida tem quatro sentidos: amar, sofrer, lutar e vencer.
Então: AME muito, SOFRA pouco, LUTE bastante e VENÇA sempre!!!
Autor Desconhecido

Deixe de ser um copo. Torne-se um lago.



O velho Mestre pediu a um jovem triste que colocasse uma mão cheia de sal em um copo d’água e bebesse.
– Qual é o gosto? – perguntou o Mestre.
– Ruim – disse o aprendiz.
O Mestre sorriu e pediu ao jovem que pegasse outra mão cheia de sal e levasse a um lago.
Os dois caminharam em silêncio e o jovem jogou o sal no lago, então o velho disse:
– Beba um pouco dessa água.
Enquanto a água escorria do queixo do jovem, o Mestre perguntou:
– Qual é o gosto?
– Bom! – disse o rapaz.
– Você sente o gosto do sal? – Perguntou o Mestre.
– Não – disse o jovem.
O Mestre então sentou ao lado do jovem, pegou sua mão e disse:
– A dor na vida de uma pessoa é inevitável. Mas o sabor da dor depende de onde a colocamos. Então, quando você sofrer, a única coisa que você deve fazer é aumentar a percepção das coisas boas que você tem na vida.
Deixe de ser um copo. Torne-se um lago.

quinta-feira, 1 de março de 2018

4 coisas que te ensinaram totalmente errado sobre psicopatas

Psicopatia é um tema que desperta muita curiosidade e, exatamente por isso, existe tanta desinformação sobre o assunto. Espia esses 4 mitos, muito populares,  sobre psicopatas:

1. Psicopatas são sempre inteligentes

Esse é um dos maiores mitos criados pela industria do entretenimento: nos filmes,  psicopatia é sinônimo de uma pessoa genial. Mas isso está bem longe da verdade: psicopatas são, em resumo, pessoas com problemas para processar emoções. Essa dificuldade em sentir não dá a eles um super QI.
O que pode acontecer é que, como os psicopatas estão sempre mal intencionados, eles saem na “vantagem” em uma relação com outra pessoa: o psicopata sabe que sua intenção é ruim, enquanto a vítima precisa descobrir essa má intenção. Então, talvez por isso eles pareçam tão “geniais”.
E não somos só nós que estamos dizendo: cientistas americanos e britânicos publicaram uma recente pesquisa que avaliam 187 estudos relacionando a psicopatia com as capacidades intelectuais. No fim da análise, a equipe não encontrou nenhuma evidência de que psicopatas são mais inteligentes. Pelo contrário, eles tiveram pior desempenho nos testes de inteligência.
Fonte da pesquisa: Revista Super Interessante

2. Sociopata e psicopata são coisas diferentes

A confusão entre sociopata e psicopata é muito comum: eu já ouvi gente dizer que o sociopata é um serial killer, enquanto o psicopata não. Ou que o sociopata é menos perigoso que o psicopata…
Mas a verdade é: Não existe nenhuma diferença entre sociopata e psicopata pois os dois termos são sinônimos para um tipo específico de transtorno de personalidade. De acordo com a Classificação Internacional de Doenças (CID-10), o termo oficial para designar um psicopata ou sociopata é personalidade dissocial ou antissocial.
Fonte da informação: Revista Mundo Estranho

3. Todo o psicopata é criminoso

Apesar dos psicopatas terem uma forte tendência a cometerem ações criminosas, nem todos são criminosos. Muitas vezes eles ficam somente no campo das atitudes amorais, como manipular e mentir. É irreal afirmar que todos cometem crimes.
– Deve ser considerado que nem todo psicopata vai ser criminoso, disse Antonio José Eça (Médico psiquiatra; Mestre em psicologia. Professor de psicopatologia forense, medicina legal e criminologia. Autor de Roteiro de Psiquiatria Forense, Editora Saraiva.) ao Carta Forense

4. Todo o psicopata é igual

Não, eles não são todos iguais! Existem tipo e níveis de psicopatia. No livro “Psicopatas do Quotidiano”, a autora Katia Mecler identifica 10 tipos de personalidades que batem com o nosso conceito de psicopata. Espia dois exemplos destas personalidades citadas no livro:
Antissocial
Referencia: Patrick Bateman, do filme Psicopata Americano
Perfeitamente enquadrado na sociedade que o rodeia, nada deixa transparecer a pessoa que é na realidade. Os seus instintos assassinos e a ânsia pelo poder estão camuflados sob a forma de um jovem bem-sucedido na bolsa de Wall Street. Incapaz de sentir culpa ou empatia pelos outros, torna-se um predador despreocupado, manipulador e capaz das maiores barbaridades para que ninguém o ultrapasse.
Esquizotípico
Referencia:  Willy Wonka,  do filme Charlie e a Fábrica de Chocolate
Haverá personagem mais excêntrica do que o famoso dono da fábrica de chocolates Wonka? Refugiado no seu próprio mundo mágico, vive sozinho dentro da fábrica e evita relacionar-se com estranhos. Para ele, aquela é a normalidade e não reage bem a quem ousa criticar a sua forma de vestir ou de falar. Certo da sua genialidade, culpa os outros pelas suas reações e prefere a solidão a uma sociedade na qual ninguém o compreende.
refletirpararefletir

MARÇO


  1. Mais um mês de Março chega.O que se espera dele? Amor, atenção, afeto, paz, sorte…
  2. Ao se iniciar de cada mês e ano nós esperamos tantas coisas, e essas coisas nos fazem ficarmos ansiosos para o que há de acontece
  3. Faça o mês de março algo que possa fazer você evoluir, não só fisicamente como psicologicamente e espiritualmente. A palavra chave desse mês é evolução!!!

quinta-feira, 15 de fevereiro de 2018

A CORAGEM DE ENFRENTAR SEUS MEDOS




Diz uma antiga fábula que um camundongo vivia angustiado com medo do gato.
Um mágico teve pena dele e o transformou em gato.
Mas aí ele ficou com medo de cão, por isso o mágico o transformou em pantera. Então ele começou a temer os caçadores. A essa altura o mágico desistiu. Transformou-o em camundongo novamente e disse:
...
-- Nada que eu faça por você vai ajudá-lo, porque você tem apenas a coragem de um camundongo.

É preciso coragem !!!! Mas coragem não é a ausência do medo, é a capacidade de avançar, apesar do medo; caminhar para frente; e enfrentando as adversidades, vencendo os medos... É isto que devemos fazer.

Não podemos nos derrotar, nos entregar por causa dos medos. Assim, jamais chegaremos a lugar algum ...
 
(Autoria desconhecida)

Prece ao Sol

Prece ao Sol 

Lira do tempo 
que sem prumo 
açoita toda nostalgia 
do nascer eterno.
Clareia o Portal do Sol, 

descerra a beleza mística 
resguarda a saudação da aurora. 
Ilumina o medo dos aflitos, 
cinge o semblante 
do lacaio senil, 
desmitifica a boca 
que imortaliza o ser. 
Desperte deste torpor 
toda luz que purifica 
a indecência do ser vivente.