quinta-feira, 10 de maio de 2018

A PALAVRA É DE… CALUNGA


“…Quando a gente pára, vocês sabem, a vida nos atropela, deixamos de aprender e crescer, e isso machuca, dói muito.
Vamos, minha gente, ânimo para seguir em frente nesse nosso conhecimento da vida.
Eu não fico estacionado, ouvindo lamúrias e “pegando” tudo o que os outros esperam de mim. Vocês aí, eu sei, vivem pegando o que os outros esperam de vocês, o que os outros cobram de vocês.
É um tal de entrar na loucura do marido, da esposa, dos pais, dos filhos, dos amigos, dos colegas. Que coisa louca, minha gente, ninguém consegue mais viver a própria vida, todo mundo fica vivendo a vida do outro.
Que vergonha, que falta de maturidade espiritual! 
Entrar nessas loucuras é o caminho certo para pegar “as cargas”, ficar muito mal e sofrer. Vocês me desculpem falar assim, mas se fazem questão deste sacrifício, tudo bem. Se vocês acham que o sacrifício é para o Bem dos outros, se vocês pararam na grande vaidade do mundo, na ilusão do “bom cristão”, eu não posso fazer nada. Cada um escolhe o que quer na vida.”

Trecho extraído do livro Calunga: verdades do espírito.