domingo, 9 de dezembro de 2018

DRUIDA


 Tudo é possível no universo divino. Muitas das almas encarnadas no planeta Terra já viveram outras experiências no passado muito diferentes das suas realidades atuais, voltando a encarnar algumas vezes para evolução espiritual ou, ainda, ajudar na transição para esferas vibratórias mais sutis em que o planeta se encontra. E, como sabemos, nossa alma traz de outras vidas algumas características essenciais, que fazem parte da construção psicológica e mental da experiência que programamos viver agora. Claro que, grande parte daquilo que constrói a nossa mente e a sensação que adquirimos da vida vem das experiências individuais que acumulamos, porém, trazemos muitas inclinações e aptidões que foram desenvolvidas em vivências anteriores.
Se você se interessa por filosofia, pelo universo misterioso e oculto e tem uma ligação profunda com a natureza e a vida humana, você pode ter sido um sacerdote Druida no passado.
Falar dos Druidas no transporta a tempos muito antigos, milênios antes de Cristo, um universo tão mágico quanto real e que que está ligado ao nascimento da Europa.
Praticamente tudo que é conhecido sobre os Druidas foi relatado por historiadores gregos e romanos que tiveram contato com os celtas, nos séculos que antecederam ao cristianismo, que descreveram esses seres como poderosos sacerdotes, sábios, conselheiros, juristas, poetas, contadores de mitos e lendas e místicos, com uma tradição inspirada pela natureza.
Os Druidas eram uma classe muito especial da sociedade Celta, que estava organizada em torno de 3 camadas sociais: o rei, os Druidas e os homens, tendo os Druidas mais importância que os próprios reis e formando uma classe poderosa dentro da sociedade Celta. Considerados sábios filósofos e dotados de dons muito especiais, eram conselheiros de reis e sacerdotes que praticavam a tradição oral para transmitir sua sabedoria. Ou seja, não utilizavam a escrita, o que favorece todos os debates históricos e falta de consenso entre historiadores e estudiosos dessa cultura.
Os interesses Druidas giravam em torno da filosofia e o conhecimento sobre todas as disciplinas. Eles estudavam os movimentos dos corpos, astronomia, ervas, leis naturais e os poderes e habilidades dos deuses, bem como todos os mistérios que envolviam a criação como por exemplo a vida depois da morte. Sobre ela, construíram um conceito avançado sobre a imortalidade da alma e a vivência de múltiplas experiências em diferentes corpos que influenciava toda a cultura Celta.
Ainda hoje muitas escolas esotéricas e religiões partilham da ideia de existência cíclica, onde a consciência seria única, imortal e eterna, descendo em diferentes corpos com objetivos evolutivos. A influência Druida e Celta no mundo ocidental é grande, pois até mesmo o Cristianismo faz referência à essa cultura e internalizou algum de seus preceitos em sua cultura, mesmo após tantas perseguições após o domínio do Império Romano na Europa.

E ENTRE OS DRUIDAS, EXISTIA ALGUMA DIVISÃO?

Todas as classes Druidas tinham suas funções a cumprir, sendo as especificidades dessas atribuições diferentes entre as seis famílias conhecidas:
  • Druida Brithem: eram os juízes, únicos conhecedores das leis Celtas.Essa classe tinha função vital na sociedade, com a missão de resolver todos os problemas e impasses entre a população.
  • Druidas Filid: mais alta classe Druida, os Filid eram místicos, descendentes diretos do cosmos com a função de intermediar o contato com o universo espiritual. Possuíam status de sacerdote e poderes especiais como cura e premonições e podiam participar de julgamentos, onde estágio mais desenvolvido era o de Mago Branco. O lendário Mago Merlin teria sido um Druida Filid.
  • Druida Liang: conhecedores de ervas e botânica, eram os médicos da sociedade e sua função estava ligada à cura dos males que abatiam a saúde dos Celtas.
  • Druida Scelaige: como a escrita era tradicionalmente proibida, os Scelaige eram pessoas que tinham como função repetir a história dos Celtas e preservar a cultura, história e as tradições. Eram como professores, incumbidos de ensinar e passar adiante toda a sabedoria que haviam acumulado.
  • Druida Sencha: ao contrário dos Scelaige, os Sencha eram entidades que deviam compreender a realidade atual, entender os fatos que estavam ocorrendo e compor novas histórias. Possuíam muito prestígio já que dominavam também a tradição, mas traziam aquilo que era novo, informações e conhecimento sobre os elementos que ajudariam na perpetuação da cultura.
  • Druidas Poetas: grandes influenciadores da tradição Celta, os Druidas poetas eram responsáveis por decorar as histórias contadas pelos Scelaiges para transmitir ao povo.

O LENDÁRIO MERLIN: O MAIOR MAGO DE TODOS OS TEMPOS

Mago Merlin é uma figura mítica que aparece nas lendas e histórias sobre o Rei Artur, como seu conselheiro, mago e profeta. Criação do cronista medieval Godofredo de Monmouth, Merlin se torna uma figura pseudo-histórica quando Godofredo incorpora seus primeiros textos sobre o mago na obra História dos Reis da Bretanha.
Merlim é conselheiro de Uter Pendragão, sendo o artífice da união amorosa entre Uter e Igraine, pais do futuro Rei Artur, sendo seu futuro conselheiro também. É citado como responsável pelo transporte das pedras usadas na construção de Stonehenge, estrutura misteriosa composta por círculos concêntricos de pedras que chegam a ter 5 m de altura e a pesar quase 50 t e que, até hoje, desafiam a arquitetura e historiadores.
Merlin tinha a capacidade de conhecer o presente, passado e futuro e o poder de transformar-se em qualquer forma: feminina, masculina ou animal. Era muito respeitado pelos seus conhecimentos em alquimia e artes ocultas, muitos superiores a qualquer outro ser da época. Assim, era visto com um Deus pelos homens comuns, devido à tanta sabedoria e dons especiais.


O DRUIDISMO MODERNO

Como vimos, a proibição da escrita na tradição Druida fez com que pouco dessa cultura sobrevivesse até os dias de hoje. Após a dominação romana os Druidas foram perseguidos,
e, a partir do momento em que a sociedade Celta desaparece, os Druidas também encontram seu fim enquanto organização social. Mas, mesmo assim, os princípios druidas são citados posteriormente por diversas culturas que interagiram com os Celtas, fazendo-os sobreviver envoltos em muito mistério e misticismo até a modernidade.
Naturalmente o druidismo pressupõem uma flexibilidade grande, especialmente no que diz respeito aos ritos, dogmas e crenças, trazendo grande liberdade na prática atual e muitas diferenças entre as correntes que, devido à herança maçônica e hermética de muitas ordens druídicas modernas, alguns praticantes crêem que só há druidismo dentro dessas ordens. Foi somente a partir dos trabalhos recentes da Order of Bards, Ovates and Druids (OBOD) e também da British Druid Order (BDO) que esse quadro começou a mudar, tornando o druidismo acessível às pessoas.
A busca por uma vida melhor é um dos principais objetivos humanos, que se esforça em entender as questões sobre nossa complexa existência e trazer conforto espiritual. No druidismo, a ideia é utilizar o conhecimento para atingir um estado profundo de consciência que, por si só, é responsável por matar nosso vazio existencial e nos tornar pessoas melhores. Autoconhecimento é então a base do druidismo moderno, assim como o aprimoramento ético e espiritual individual: ao curar o indivíduo, cura-se também a comunidade.
Essa abertura de consciência liberta o espírito da dominação e manipulação que a sociedade impõe e devolve às nossas mãos o controle de nossas vidas.

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QUEM FOI ALLAN KARDEC E SUAS PRINCIPAIS OBRAS

Allan Kardec foi um dos maiores e mais importantes propagadores da doutrina espírita no mundo. Escritor, educador e tradutor francês, ele nasceu em Lyon, na França, em 03 de outubro 1804 e faleceu aos 65 anos, em 1869.
Seu nome de nascimento era Hippolyte Léon Denizard Rivali, sendo Allan Kardec um pseudônimo. Ele era filho de Jeanne Louise Buhamel e do juiz Jean-Baptiste Antoine Rivail, sendo ambos descendentes de famílias católicas antigas da região, mas isso não impediu que ele fosse criado no protestantismo

SUA VIDA

Allan Kardec começou seus estudos na sua cidade de nascimento e desde jovem mostrou que possuía inclinação para o estudo da filosofia e das ciências. Completou seus estudos no famoso Instituto de Educação Pestalozzi, em Yverdun, na Suíça, como pedagogo, em 1824.
Depois disso, quando retornou para Lyon, ele já dominava diversos idiomas e traduziu assim para o alemão diversas obras didáticas.
No ano de 1828, ele fundou junto de sua esposa, Amélie Gabrielle Boudet, um grande estabelecimento voltado para o ensino, onde ministrou aulas. No ano de 1830, ele alugou uma casa e ali passou a oferecer cursos gratuitos de Física, Química, Astronomia, Anatomia Comparada e muito mais.

O ESPIRITISMO NA VIDA DE ALLAN KARDEC

Por muitos anos, Allan Kardec foi secretário da Sociedade de Frenologia de Paris e assim passou a participar de forma ativa dos trabalhos da Sociedade do Magnetismo. Ali se dedicou a investigar o sonambulismo, o transe, a clarividência e também outros fenômenos.
Foi então, a partir de 1855, que ele começou suas experiências com a espiritualidade. Naquela época, na Europa passava a dar atenção aos fenômenos conhecidos como “espíritas”, e Hippolyte Léon Denizard Rivali abriu mão de sua identidade e suas atividades profissionais e passou a ser Allan Kardec, um nome que teria origem em suas encarnações anteriores.
Pouco tempo depois, em 1856, Kardec publicou, sob seu pseudônimo, “O Livro dos Espíritos” e ali expôs uma nova teoria da vida e também do destino humano. A publicação teve rápido sucesso de vendas e depois disso ele fundou a “Sociedade Parisiense de Estudos Espíritas”, havendo sido presidente até sua morte.

AS OBRAS DE ALLAN KARDEC

Allan Kardec deixou onze publicações sobre o espiritismo, estando elas listadas abaixo:
  • Plano Proposto para Melhorias da Instrução Pública, 1828
  • Curso Prático e Teórico de Aritmética, 1824
  • Gramática Francesa Clássica, 1831
  • Catecismo Gramatical da Língua Francesa, 1848
  • Ditados Especiais Sobre as Dificuldades Ortográficas, 1849
  • O Livro dos Espíritos, Parte Filosófica, 1857
  • Revista Espírita, 1858
  • O Livro dos Médiuns, Parte Experimental e Científica, 1861
  • O Evangelho Segundo o Espiritismo, Parte Moral, 1864
  • O Céu e o Inferno, A justiça de Deus Segundo o Espiritismo,1865
  • A Gênese, os Milagres e as Predições, 1868

quarta-feira, 7 de novembro de 2018

Dia do Radialista

Assim como nos anos anteriores muitos radialistas comemoraram o dia da sua profissão dia 21 de setembro. A data ficou conhecida no meio radiofônico como Dia do Radialista, porém uma lei alterou a data de comemoração oficial da categoria, passando para 7 de novembro.
A história do Dia do Radialista teve início em 1943, no Governo Getúlio Vargas. O então presidente sancionou uma Lei com a qual fixava um piso salarial, ou remuneração mínima para os profissionais da categoria.
“Consta que numa reunião realizada na Rádio Nacional teria sido decidida a escolha da data do referido decreto Lei, 21 de setembro, como referência para se comemorar o Dia do Radialista. Na primeira comemoração, todas as emissoras do Rio de Janeiro silenciaram. Os profissionais foram à rua participar de uma gincana com corridas de calhambeques e foi servido um churrasco na Quinta da Boa Vista”, informa a professora de radiojornalismo e pesquisadora Débora Lopez
Com uma mudança imposta por uma lei federal em 2006, os radialistas passaram a ter duas datas para comemorar, além do tradicional Dia do Rádio (25 de setembro). O dia 21 de setembro virou uma data simbólica e 7 de novembro a oficial. A mudança aconteceu em decorrência a uma homenagem ao músico e radialista Ary Barroso.
Outra coisa que muita gente confunde é quando pensa que o radialista é só o profissional do microfone, o locutor ou comunicador. Mas operadores, sonoplastas, dentre outros profissionais do rádio, também o são.

segunda-feira, 5 de novembro de 2018

Datas Comemorativas">

Calendário Sazonal

 
 3
desenvolvido pelaRevelare, Agência de Comunicação + Tecnologia

Mês de Novembro de 2018

Descubra todos feriados nacionais e datas comemorativas, um calendário completo com datas culturais, cívicas, profissionais, históricas e curiosas. Um calendário sazonal que permite pesquisas em todos os meses de qualquer ano.

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Novembro de2018
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DomingoSegundaTerçaQuartaQuintaSextaSábado
01Quinta-feira
Datas comemorativas do dia 1 de Novembro de 2018:
  • Dia de Todos os Santos
02Sexta-feira
Datas comemorativas do dia 2 de Novembro de 2018:
03Sábado
Datas comemorativas do dia 3 de Novembro de 2018:
  • Dia do Cabeleireiro
  • Instituição do Direito e Voto da Mulher (1930)
04Domingo
Datas comemorativas do dia 4 de Novembro de 2018:
  • Dia do Inventor
05Segunda-feira
Datas comemorativas do dia 5 de Novembro de 2018:
  • Dia da Ciência e Cultura
  • Dia do Cinema Brasileiro
  • Dia do Radioamador e Técnico em Eletrônica
  • Dia Nacional do Designer
06Terça-feira
Datas comemorativas do dia 6 de Novembro de 2018:
  • Dia Nacional do Amigo da Marinha do Brasil
  • Dia Nacional do Riso
07Quarta-feira
Datas comemorativas do dia 7 de Novembro de 2018:
  • Dia do Radialista
08Quinta-feira
Datas comemorativas do dia 8 de Novembro de 2018:
  • Dia do Radiologista
  • Dia Mundial do Urbanismo
09Sexta-feira
Datas comemorativas do dia 9 de Novembro de 2018:
  • Dia do Técnico em Eletrotécnica
  • Dia do Hoteleiro
10Sábado
Datas comemorativas do dia 10 de Novembro de 2018:
  • Dia do Trigo
11Domingo
Datas comemorativas do dia 11 de Novembro de 2018:
12Segunda-feira
Datas comemorativas do dia 12 de Novembro de 2018:
  • Dia do Diretor de Escola
  • Dia do Supermercado
13Terça-feira
Datas comemorativas do dia 13 de Novembro de 2018:
  • Dia Mundial da Gentileza
14Quarta-feira
Datas comemorativas do dia 14 de Novembro de 2018:
  • Dia Nacional da Alfabetização
15Quinta-feira
Datas comemorativas do dia 15 de Novembro de 2018:
16Sexta-feira
Datas comemorativas do dia 16 de Novembro de 2018:
  • Semana da Música
17Sábado
Datas comemorativas do dia 17 de Novembro de 2018:
  • Dia da Criatividade
18Domingo
Datas comemorativas do dia 18 de Novembro de 2018:
  • Dia do Conselheiro Tutelar
19Segunda-feira
Datas comemorativas do dia 19 de Novembro de 2018:
  • Dia da Bandeira
  • Dia Internacional do Homem
20Terça-feira
Datas comemorativas do dia 20 de Novembro de 2018:
  • Dia do Auditor Interno
  • Dia do Biomédico
  • Dia do Esteticista
  • Dia do Técnico em Contabilidade
  • Dia Nacional da Consciência Negra
21Quarta-feira
Datas comemorativas do dia 21 de Novembro de 2018:
  • Dia da Homeopatia
  • Dia das Saudações
22Quinta-feira
Datas comemorativas do dia 22 de Novembro de 2018:
  • Dia do Músico
23Sexta-feira
Datas comemorativas do dia 23 de Novembro de 2018:
  • Dia do Engenheiro Eletricista
  • Dia Mundial de Ação de Graças
24Sábado
Datas comemorativas do dia 24 de Novembro de 2018:
  • Dia do Quadro Auxiliar de Oficiais
25Domingo
Datas comemorativas do dia 25 de Novembro de 2018:
  • Dia Nacional do Doador de Sangue
  • Dia Internacional de Não Violência contra as Mulheres
26Segunda-feira
Datas comemorativas do dia 26 de Novembro de 2018:
  • Dia do Corpo Auxiliar da Marinha
  • Dia Interamericano do Ministério Público
27Terça-feira
Datas comemorativas do dia 27 de Novembro de 2018:
  • Dia do Técnico da Segurança do Trabalho
28Quarta-feira
Datas comemorativas do dia 28 de Novembro de 2018:
  • Dia do Soldado Desconhecido
29Quinta-feira
Datas comemorativas do dia 29 de Novembro de 2018:
  • Dia Internacional de Solidariedade com o Povo Palestino
30Sexta-feira
Datas comemorativas do dia 30 de Novembro de 2018:
  • Dia da Amizade Brasil-Argentina
  • Dia do Estatuto da Terra
  • Dia do Síndico
  • Dia do Teólogo
  • Dia Nacional do Evangélico
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sexta-feira, 2 de novembro de 2018

FINADOS NA VISÃO ESPÍRITA





O hábito de visitar os mortos, como se o cemitério fosse sala de visitas do Além, é cultivado desde as culturas mais remotas. Mostra a tendência em confundir o indivíduo com seu corpo. Há pessoas que, em desespero ante a morte de um ente querido, o "VISITAM" diariamente. Chegam a deitar-se no túmulo. Desejam estar perto do familiar. Católicos, budistas, protestantes, muçulmanos, espíritas - somos todos espiritualistas, acreditamos na existência e sobrevivência do Espírito. Obviamente, o ser etéreo não reside no cemitério. Muitos preferem dizer que perderam o familiar, algo que mostra falta de convicção na sobrevivência do Espírito. Quem admite que a vida continua jamais afirmará que perdeu alguém. Ele simplesmente partiu. Quando dizemos "perdi um ente querido", estamos registrando sérios prejuízos emocionais. Se afirmarmos que ele partiu, haverá apenas o imposto da saudade, abençoada saudade, a mostrar que há amor em nosso coração, o sentimento supremo que nos realiza como filhos de Deus. Em datas significativas, envolvendo aniversário de casamento, de morte, finados, Natal, Ano Novo, dia dos Pais, dia das Mães, sempre pensamos neles.
COMO PODEMOS AJUDAR OS QUE PARTIRAM ANTES DE NÓS? Envolvendo o ser querido em vibrações de carinho, evocando as lembranças felizes, nunca as infelizes; enviando clichês mentais otimistas; fazendo o bem em memória dele, porque nos vinculamos com os Espíritos através do pensamento. Além disso, orando por ele, realizando caridade em sua homenagem, tudo isso lhe chegará como sendo a nossa contribuição para a sua felicidade; a prece dá-lhe paz, diminui-lhe a dor e anima-o para o reencontro futuro que nos aguarda.
PODEMOS CHORAR? Podemos chorar, é claro. Mas saibamos chorar. Que seja um choro de saudade e não de inconformação e revolta. O choro, a lamentação exagerada dos que ficaram causam sofrimento para quem partiu, porque eles precisam da nossa prece, da nossa ajuda para terem fé no futuro e confiança em Deus. Tal comportamento pode atrapalhar o reencontro com os que foram antes de nós. Porque se eles nos visitar ou se nós os visitarmos (através do sono) nosso desequilíbrio os perturbará. Se soubermos sofrer, ao chegar a nossa vez, nos reuniremos a eles, não há dúvida nenhuma.
ENTÃO OS ESPÍRITAS NÃO VISITAM O CEMITÉRIO?  Se sentir vontade, sim. Mas nós espíritas, geralmente, não visitamos os cemitérios, porque homenageamos os “vivos desencarnados” todos os dias. Mas a posição da Doutrina Espírita, quanto as homenagens (dos não espíritas), prestadas aos "MORTOS" neste Dia de Finados, ao contrário do que geralmente se pensa, é favorávelDESDE QUE SINCERAS E NÃO APENAS CONVENCIONAIS.
Os Espíritos, respondendo a perguntas de Kardec a respeito (em O Livro dos Espíritos), mostraram que os laços de amor existentes entre os que partiram e os que ficaram na Terra justificam esses atos. E declaram que no Dia de Finados os cemitérios ficam repletos de Espíritos que se alegram com a lembrança dos parentes e amigos. Há espíritos que só são lembrados nesta data, por isso, gostam da homenagem; há espíritos que gostariam de serem lembrados no recinto do lar. Porque, se ele desencarnou recentemente e ainda não está perfeitamente adaptado às novas realidades, irá sentir-se pouco à vontade na contemplação de seus despojos carnais; Espíritos com maior entendimento, pedem que usemos o dinheiro das flores em alimento aos pobres. Portanto, usemos o bom senso em nossas homenagens. Com a certeza que ELES VIVEM. E se eles vivem, nós também viveremos. E é nessa certeza que devemos aproveitar integralmente o tempo que estivermos encarnados, nos esforçando para oferecer o melhor de nós em favor da edificação humana. Só assim, teremos um feliz retorno à pátria espiritual.


Compilação de Rudymara

quarta-feira, 31 de outubro de 2018

Dia das Bruxas






A história desta data comemorativa tem mais de 2500 anos. Surgiu entre o povo celta, que acreditavam que no último dia do verão (31 de outubro), os espíritos saiam dos cemitérios para tomar posse dos corpos dos vivos. Para assustar estes fantasmas, os celtas colocavam, nas casas, objetos assustadores como, por exemplo, caveiras, ossos decorados, abóboras enfeitadas entre outros. Por ser uma festa pagã foi condenada na Europa durante a Idade Média, quando passou a ser chamada de Dia das Bruxas. Com o objetivo de diminuir as influências pagãs na Europa Medieval, a Igreja cristianizou a festa, criando o Dia de Finados (2 de novembro). No Brasil a comemoração desta data é recente. Chegou ao nosso país através da grande influência da cultura americana, principalmente vinda pela televisão.

Frases Dia das Bruxas - Haloween

O que você quer? Travessuras? Doces? Ou doces e travessuras?

Tudo o que eu quero, minha doce alma, é que este dia nos seja mágico.  Que tudo o que existe de bom transpareça e floresça, para que hoje seja realmente um dia encantado.  Que hoje, todos os bons pensamentos se façam realidade, como se fossem movidos por varinhas de condão.

Que neste Dia das Bruxas todos se divirtam e saiam felizes ao final do dia, que o amor seja a magia mais forte e traga sempre esperança e alegria as pessoas.

Neste Dia das Bruxas que os feitiços virem contra os feiticeiros e as varinhas mágicas sejam usadas para trazer paz e harmonia.

Cuidado para não passar na frente dos cemitérios, pois todos hoje estarão assombrados e não esqueça de trazer os doces ou terá muitas travessuras

Então queridos, neste Dia das Bruxas, vamos acordar com os sentimentos abertos para a beleza da nossa mãe Terra e agradecer por sermos seus hóspedes, tão privilegiados.

Nem todo encanto é feitiço. Nem todas nascem bruxas. Algumas nascem com o dom de encantar com um lindo sorriso e um olhar sincero.

Minha querida não se preocupe com a fantasia pro Halloween, só pega uma vassoura e vai.

Pode deixar essa sua foto de criança , o Halloween já ta chegando.

Em casa de feio, Halloween é aniversário.

O Halloween ja passou e ainda tem gente que não tirou a máscara.

Vem meu bruxinho e encandeie meu olhar me ensine o que é amar, me faz arrepiar...

É Halloween, vem para mim!

Anda que seu amor me assuste... Te ofereço o meu para que o deguste...

Que hoje, todos os bons pensamentos se façam realidade, como se fossem movidos por varinhas de condão.

Aproveite a data e solte a bruxa, livre-se dos fantasmas, sorria!

quarta-feira, 24 de outubro de 2018

Música !



“Eu sou uma eterna apaixonada por palavras, música e pessoas inteiras. Não me importa seu sobrenome, onde você nasceu, quanto carrega no bolso. Pessoas vazias são chatas e me dão sono.” 

― Clarice Lispector

quarta-feira, 10 de outubro de 2018

LIBERDADE, IGUALDADE E FRATERNIDADE EM 2018!



A LIBERDADE é essencial ao desenvolvimento do potencial de cada indivíduo, todos os seres humanos precisam de liberdade, indistintamente. Se tem algo que limita a liberdade, este algo é a pobreza; ela dificulta o aprendizado (escola e cultura), a saúde (alimentação e cuidados sanitários) e a locomoção (o direito de ir e vir), que são essenciais ao bem-estar e à realização do espírito. No atual momento da humanidade, a pobreza extrema é muito grande e, ao mesmo tempo, a riqueza concentra-se de forma nunca dantes vista. O fosso entre ricos e pobres alargou-se no pós-guerra e continua nesta mesma dinâmica nos dias de hoje.
Para que a liberdade alargue os seus horizontes, é preciso desconcentrar a renda e eliminar a pobreza. É necessário diminuir as diferenças sociais e aumentar a IGUALDADE. Quanto mais igual mais livre é a sociedade, pois a liberdade é necessária a todos e não só para os que controlam as riquezas. Todos os seres humanos são iguais, independente da raça, da classe social, do gênero, da religião etc. Assim, a igualdade pressupõe a inexistência de qualquer tipo de segregação e preconceito, pois eles diminuem a LIBERDADE e impedem a FRATERNIDADE.
Por sua vez, a FRATERNIDADE é essencial à LIBERDADE e à IGUALDADE, já que ela se assenta na compaixão que cada ser humano precisa ter para viver em grupo, para se realizar no seu processo de humanização, pois os homens só são (tornam-se) humanos em sociedade (o homem é um animal social - Aristóteles). A FRATERNIDADE é o instrumento essencial da diminuição da pobreza e das diferenças sociais e ela precisa fazer-se presente na política, pois o homem também  é um animal político (Aristóteles). Então, cabe ao Estado enquanto instância organizada e organizadora da sociedade buscar a diminuição da pobreza e a inclusão social. A sua função não é apenas garantir o funcionamento do mercado, como desejam os liberais conservadores, que olham para o mundo a partir das suas posses pessoais.
A FRATERNIDADE, a IGUALDADE e a LIBERDADE são interdependentes e iguais em valor. Não dá para pensá-las isoladamente e nem de forma particular, a partir do indivíduo, ainda que a individualidade seja um valor que deve ser preservado (a individualidade não é um valor absoluto para o indivíduo, pois, quando extremada, ela pode ferir a individualidade alheia), pois elas são valores coletivos, humanizantes, necessários à convivência pacífica e próspera da humanidade como um todo. Hoje, a humanidade passa por um momento de extremo individualismo, egoísmo mesmo, e os resultados disso estão à vista (pobreza, violência, drogas, poluição, guerras, preconceitos, intolerâncias etc.) de todos que queiram ver. A individualidade tem seu limite e ele se localiza nas fronteiras do bem-estar coletivo.
LIBERTÉ * EGALITÉ * FRATERNITÉ - JÁ!!!!!!!


DEPOIS DE TANTOS ANOS, A HUMANIDADE JÁ ESTARIA (DEVERIA ESTAR) MADURA E CONSCIENTE O SUFICIENTE PARA REALIZAR ESTA REVOLUÇÃO DE FORMA PACÍFICA, SEM A VIOLÊNCIA DE 1789, NA FRANÇA. SERÁ QUE ESTÁ???????
Zildo Gallo

domingo, 2 de setembro de 2018

Bem vindo Setembro


Eu já janeirei, feverei, até gostei com todos os ventos que eles me trouxeram. Agora vou setembrar, de preferência primaverando que é pra desabrochar o que plantei no restante dos meses.

sexta-feira, 27 de julho de 2018

EU TE AMO… NÃO DIZ TUDO!


Você sabe que é amado(a) porque lhe disseram isso?
A demonstração de amor requer mais do que beijos, sexo e palavras.
Sentir-se amado é sentir que a pessoa tem interesse real na sua vida,
Que zela pela sua felicidade,
Que se preocupa quando as coisas não estão dando certo,
Que se coloca a postos para ouvir suas dúvidas,
E que dá uma sacudida em você quando for preciso.
Ser amado é ver que ele(a) lembra de coisas que você contou dois anos atrás,
É ver como ele(a) fica triste quando você está triste,
E como sorri com delicadeza quando diz que você está fazendo uma tempestade em copo d’água.
Sente-se amado aquele que não vê transformada a mágoa em munição na hora da discussão.
Sente-se amado aquele que se sente aceito, que se sente inteiro.
Aquele que sabe que tudo pode ser dito e compreendido.
Sente-se amado quem se sente seguro para ser exatamente como é,
Sem inventar um personagem para a relação,
Pois personagem nenhum se sustenta muito tempo.
Sente-se amado quem não ofega, mas suspira;
Quem não levanta a voz, mas fala;
Quem não concorda, mas escuta.
Agora, sente-se e escute: Eu te amo não diz tudo!


Crônica do Amor


Ninguém ama outra pessoa pelas qualidades que ela tem, caso contrário os honestos, simpáticos e não fumantes teriam uma fila de pretendentes batendo a porta.
O amor não é chegado a fazer contas, não obedece à razão. O verdadeiro amor acontece por empatia, por magnetismo, por conjunção estelar.
Ninguém ama outra pessoa porque ela é educada, veste-se bem e é fã do Caetano. Isso são só referenciais.
Ama-se pelo cheiro, pelo mistério, pela paz que o outro lhe dá, ou pelo tormento que provoca.
Ama-se pelo tom de voz, pela maneira que os olhos piscam, pela fragilidade que se revela quando menos se espera.
Você ama aquela petulante. Você escreveu dúzias de cartas que ela não respondeu, você deu flores que ela deixou a seco.
Você gosta de rock e ela de chorinho, você gosta de praia e ela tem alergia a sol, você abomina Natal e ela detesta o Ano Novo, nem no ódio vocês combinam. Então?
Então, que ela tem um jeito de sorrir que o deixa imobilizado, o beijo dela é mais viciante do que LSD, você adora brigar com ela e ela adora implicar com você. Isso tem nome.
Você ama aquele cafajeste. Ele diz que vai e não liga, ele veste o primeiro trapo que encontra no armário. Ele não emplaca uma semana nos empregos, está sempre duro, e é meio galinha. Ele não tem a menor vocação para príncipe encantado e ainda assim você não consegue despachá-lo.
Quando a mão dele toca na sua nuca, você derrete feito manteiga. Ele toca gaita na boca, adora animais e escreve poemas. Por que você ama este cara?
Não pergunte pra mim; você é inteligente. Lê livros, revistas, jornais. Gosta dos filmes dos irmãos Coen e do Robert Altman, mas sabe que uma boa comédia romântica também tem seu valor.
É bonita. Seu cabelo nasceu para ser sacudido num comercial de xampu e seu corpo tem todas as curvas no lugar. Independente, emprego fixo, bom saldo no banco. Gosta de viajar, de música, tem loucura por computador e seu fettucine ao pesto é imbatível.
Você tem bom humor, não pega no pé de ninguém e adora sexo. Com um currículo desse, criatura, por que está sem um amor?
Ah, o amor, essa raposa. Quem dera o amor não fosse um sentimento, mas uma equação matemática: eu linda + você inteligente = dois apaixonados.
Não funciona assim.
Amar não requer conhecimento prévio nem consulta ao SPC. Ama-se justamente pelo que o Amor tem de indefinível.
Honestos existem aos milhares, generosos têm às pencas, bons motoristas e bons pais de família, tá assim, ó!
Mas ninguém consegue ser do jeito que o amor da sua vida é! Pense nisso. Pedir é a maneira mais eficaz de merecer. É a contingência maior de quem precisa.