sexta-feira, 27 de julho de 2018

EU TE AMO… NÃO DIZ TUDO!


Você sabe que é amado(a) porque lhe disseram isso?
A demonstração de amor requer mais do que beijos, sexo e palavras.
Sentir-se amado é sentir que a pessoa tem interesse real na sua vida,
Que zela pela sua felicidade,
Que se preocupa quando as coisas não estão dando certo,
Que se coloca a postos para ouvir suas dúvidas,
E que dá uma sacudida em você quando for preciso.
Ser amado é ver que ele(a) lembra de coisas que você contou dois anos atrás,
É ver como ele(a) fica triste quando você está triste,
E como sorri com delicadeza quando diz que você está fazendo uma tempestade em copo d’água.
Sente-se amado aquele que não vê transformada a mágoa em munição na hora da discussão.
Sente-se amado aquele que se sente aceito, que se sente inteiro.
Aquele que sabe que tudo pode ser dito e compreendido.
Sente-se amado quem se sente seguro para ser exatamente como é,
Sem inventar um personagem para a relação,
Pois personagem nenhum se sustenta muito tempo.
Sente-se amado quem não ofega, mas suspira;
Quem não levanta a voz, mas fala;
Quem não concorda, mas escuta.
Agora, sente-se e escute: Eu te amo não diz tudo!


Crônica do Amor


Ninguém ama outra pessoa pelas qualidades que ela tem, caso contrário os honestos, simpáticos e não fumantes teriam uma fila de pretendentes batendo a porta.
O amor não é chegado a fazer contas, não obedece à razão. O verdadeiro amor acontece por empatia, por magnetismo, por conjunção estelar.
Ninguém ama outra pessoa porque ela é educada, veste-se bem e é fã do Caetano. Isso são só referenciais.
Ama-se pelo cheiro, pelo mistério, pela paz que o outro lhe dá, ou pelo tormento que provoca.
Ama-se pelo tom de voz, pela maneira que os olhos piscam, pela fragilidade que se revela quando menos se espera.
Você ama aquela petulante. Você escreveu dúzias de cartas que ela não respondeu, você deu flores que ela deixou a seco.
Você gosta de rock e ela de chorinho, você gosta de praia e ela tem alergia a sol, você abomina Natal e ela detesta o Ano Novo, nem no ódio vocês combinam. Então?
Então, que ela tem um jeito de sorrir que o deixa imobilizado, o beijo dela é mais viciante do que LSD, você adora brigar com ela e ela adora implicar com você. Isso tem nome.
Você ama aquele cafajeste. Ele diz que vai e não liga, ele veste o primeiro trapo que encontra no armário. Ele não emplaca uma semana nos empregos, está sempre duro, e é meio galinha. Ele não tem a menor vocação para príncipe encantado e ainda assim você não consegue despachá-lo.
Quando a mão dele toca na sua nuca, você derrete feito manteiga. Ele toca gaita na boca, adora animais e escreve poemas. Por que você ama este cara?
Não pergunte pra mim; você é inteligente. Lê livros, revistas, jornais. Gosta dos filmes dos irmãos Coen e do Robert Altman, mas sabe que uma boa comédia romântica também tem seu valor.
É bonita. Seu cabelo nasceu para ser sacudido num comercial de xampu e seu corpo tem todas as curvas no lugar. Independente, emprego fixo, bom saldo no banco. Gosta de viajar, de música, tem loucura por computador e seu fettucine ao pesto é imbatível.
Você tem bom humor, não pega no pé de ninguém e adora sexo. Com um currículo desse, criatura, por que está sem um amor?
Ah, o amor, essa raposa. Quem dera o amor não fosse um sentimento, mas uma equação matemática: eu linda + você inteligente = dois apaixonados.
Não funciona assim.
Amar não requer conhecimento prévio nem consulta ao SPC. Ama-se justamente pelo que o Amor tem de indefinível.
Honestos existem aos milhares, generosos têm às pencas, bons motoristas e bons pais de família, tá assim, ó!
Mas ninguém consegue ser do jeito que o amor da sua vida é! Pense nisso. Pedir é a maneira mais eficaz de merecer. É a contingência maior de quem precisa.

Fizeram a gente acreditar

Fizeram a gente acreditar que amor mesmo, amor pra valer, só acontece uma vez, geralmente antes dos 30 anos. Não nos contaram que amor não é acionado nem chega com hora marcada.
Fizeram a gente acreditar que cada um de nós é a metade de uma laranja, e que a vida só ganha sentido quando encontramos a outra metade. Não contaram que já nascemos inteiros, que ninguém em nossa vida merece carregar nas costas a responsabilidade de completar o que nos falta: a gente cresce através da gente mesmo. Se estivermos em boa companhia, é só mais agradável.

Fizeram a gente acreditar numa fórmula chamada “dois em um”, duas pessoas pensando igual, agindo igual, que isso era que funcionava. Não nos contaram que isso tem nome: anulação. Que só sendo indivíduos com personalidade própria é que poderemos ter uma relação saudável.
Fizeram a gente acreditar que casamento é obrigatório e que desejos fora de hora devem ser reprimidos.
Fizeram a gente acreditar que os bonitos e magros são mais amados, que os que transam pouco são caretas, que os que transam muito não são confiáveis, e que sempre haverá um chinelo velho para um pé torto. Só não disseram que existe muito mais cabeça torta do que pé torto.
Fizeram a gente acreditar que só há uma fórmula de ser feliz, a mesma para todos, e os que escapam dela estão condenados à marginalidade. Não nos contaram que estas fórmulas dão errado, frustram as pessoas, são alienantes, e que podemos tentar outras alternativas. Ah, nem contaram que ninguém vai contar. Cada um vai ter que descobrir sozinho. E aí, quando você estiver muito apaixonado por você mesmo, vai poder ser muito feliz se apaixonar por alguém.


A IMPONTUALIDADE DO AMOR


Você está sozinho. Você e a torcida do Flamengo. Em frente a tevê, devora dois pacotes de Doritos enquanto espera o telefone tocar. Bem que podia ser hoje, bem que podia ser agora, um amor novinho em folha.
Trimmm! É sua mãe, quem mais poderia ser? Amor nenhum faz chamadas por telepatia. Amor não atende com hora marcada. Ele pode chegar antes do esperado e encontrar você numa fase galinha, sem disposição para relacionamentos sérios. Ele passa batido e você nem aí. Ou pode chegar tarde demais e encontrar você desiludido da vida, desconfiado, cheio de olheiras. O amor dá meia-volta, volver. Por que o amor nunca chega na hora certa?
Agora, por exemplo, que você está de banho tomado e camisa jeans. Agora que você está empregado, lavou o carro e está com grana para um cinema. Agora que você pintou o apartamento, ganhou um porta-retrato e começou a gostar de jazz. Agora que você está com o coração às moscas e morrendo de frio.
O amor aparece quando menos se espera e de onde menos se imagina. Você passa uma festa inteira hipnotizado por alguém que nem lhe enxerga, e mal repara em outro alguém que só tem olhos pra você. Ou então fica arrasado porque não foi pra praia no final de semana. Toda a sua turma está lá, azarando-se uns aos outros. Sentindo-se um ET perdido na cidade grande, você busca refúgio numa locadora de vídeo, sem prever que ali mesmo, na locadora, irá encontrar a pessoa que dará sentido a sua vida. O amor é que nem tesourinha de unhas, nunca está onde a gente pensa.
O jeito é direcionar o radar para norte, sul, leste e oeste. Seu amor pode estar no corredor de um supermercado, pode estar impaciente na fila de um banco, pode estar pechinchando numa livraria, pode estar cantarolando sozinho dentro de um carro. Pode estar aqui mesmo, no computador, dando o maior mole. O amor está em todos os lugares, você que não procura direito.
A primeira lição está dada: o amor é onipresente. Agora a segunda: mas é imprevisível. Jamais espere ouvir “eu te amo” num jantar à luz de velas, no dia dos namorados. Ou receber flores logo após a primeira transa. O amor odeia clichês. Você vai ouvir “eu te amo” numa terça-feira, às quatro da tarde, depois de uma discussão, e as flores vão chegar no dia que você tirar carteira de motorista, depois de aprovado no teste de baliza. Idealizar é sofrer. Amar é surpreender.

sexta-feira, 8 de junho de 2018

BRASIL NOSSA PÁTRIA,







                     
BRASIL NOSSA PÁTRIA,
NOSSA MISSÃO




Mais uma vez estamos prestes a decidir quem irá representar o povo brasileiro. Dias antes de irmos às urnas, as campanhas eleitorais ganham forças não poupando seus comentários, acusações e falta de ética com o eleitor brasileiro. Campanhas políticas cada vez mais interessadas em se auto-promoverem não medem esforços para atingir seus objetivos, passando, assim, por cima dos direitos daqueles que irão lhes eleger no qual o lema é: para que esclarecer já que podemos confundir. E é neste vai e vem e empurra e empurra que o povo brasileiro simplesmente entra no embalo.
Em pleno século 21 ainda nos fazem acreditar que existe um Deus que pune, mesmo que os ensinamentos de Jesus sejam de perdão e amor ao próximo. Com isso, acreditamos que é melhor castigar do que prevenir... “nasceu assim, morre assim”, sendo que esta é a desculpa esfarrapada em defesa da personalidade. Admitimos claramente que não temos condições de mudar porque somos dessa ou daquela maneira, porém exigimos mudanças da parte daqueles que irão governar o Brasil nos próximos quatro anos.
"Eduquem as crianças e não será preciso castigar os homens”, já nos advertia Pitágoras (Séc. VI A.C). Mas parece que ainda insistimos em não aprender a lição e enquanto isso a culpa sempre é do “outro”, o qual julgamos cheio de defeitos e que supomos conhecer tão bem.
Queremos mudanças, mas será que estamos colaborando para elas acontecerem, ou somos só daqueles que está sentado em uma poltrona com a boca escancarada cheia de dentes esperando a “morte” chegar? Quantos de nós estamos realmente fazendo a nossa parte? Quantos de nós estamos usando os nossos “talentos” e colocando as mãos na charrua para assumir a nossa missão? Missão de todos nós...
Até parece que Mahatma Gandhi já estava prevendo ao imortalizar as frases: “Sejamos a mudança que queremos no mundo", pois “O futuro dependerá daquilo que fazemos no presente”. O foco deve estar voltado para dentro, e não para fora, pois, se almejamos alguma mudança, então que esta desperte primeiramente em nós.
Quando descobrirmos que temos o poder de escolha e que somente de mãos unidas faremos a diferença para um futuro melhor, então compreenderemos a grandeza das palavras do Cristo quando nos disse... “Conheceis a Verdade e esta Vos Libertará”. Façamos a nossa parte, porém assumindo o nosso papel de colaborador da sociedade e não transferindo o direito de educar e prevenir para fora de nós.

Deixo aqui para nossa reflexão a feliz frase que Raul Teixeira dá em resposta a uma entrevista durante o 3º Congresso Espírita Brasileiro realizado em Abril de 2010... “Não se terá jamais bom político, enquanto não se tiver boa criatura. De modo que é muito importante para a Doutrina Espírita o trabalho da educação ética desde criança, desde as fases iniciais da criatura.”
E completa Divaldo Pereira Franco “A nova ética, é a mesma ética de Jesus Cristo, a ética do amor, do respeito pela vida, do respeito por si mesmo e pela natureza.”

Muita paz a todos.
José Antonio da Cruz.



Referências:
Pitágoras - http://pt.wikipedia.org/wiki/Pit%C3%A1goras
Mahatma Gandhi - http://pt.wikipedia.org/wiki/Mahatma_Gandhi
Jesus – http://pt.wikipedia.org/wiki/Jesus
Evangelho de João – Cap. 8, v. 32 a 33
Raul Teixeira - http://www.raulteixeira.com/biografia.php
Divaldo Pereira Franco

sexta-feira, 1 de junho de 2018

TEXTOS



Textos que são puro amor ao próximo! Confira a seleção que vai  limpar o coração, abrandar a mente e cultivar a tolerância. Boa leitura!
PRIMEIRA IMPORTANTE LIÇÃO:
Durante meu segundo mês na escola de enfermagem, nosso professor nos deu um questionário. Eu era bom aluno e respondi rápido todas as questões até chegar a última que era: “Qual o primeiro nome da mulher que faz a limpeza da escola?” Sinceramente, isso parecia uma piada.
Eu já tinha visto a tal mulher várias vezes. Ela era alta, cabelo escuro, lá pelos seus 50 anos, mas como eu ia saber o primeiro nome dela? Eu entreguei meu teste deixando essa questão em branco e um pouco antes da aula terminar, um aluno perguntou se a última pergunta do teste ia contar na nota.”É claro!”… Respondeu o professor e continuou: “Na sua carreira, você encontrará muitas pessoas.
Todas têm seu grau de importância. Elas merecem sua atenção mesmo que seja com um simples sorriso ou um simples “alô”. Eu nunca mais esqueci essa lição e também acabei aprendendo que o primeiro nome dela era Dorothy.
 SEGUNDA LIÇÃO IMPORTANTE:
Na chuva, numa noite, estava uma senhora negra, americana, do lado de uma estrada no estado do Alabama enfrentando um tremendo temporal. O carro dela tinha enguiçado e ela precisava, desesperadamente, de uma carona. Completamente molhada, ela começou a acenar para os carros que passavam. Um jovem branco, parecendo que não tinha conhecimento dos acontecimentos e conflitos raciais dos anos 60, parou para ajudá-la.
O rapaz a colocou em um lugar protegido, procurou ajuda mecânica e chamou um táxi para ela. Ela parecia estar realmente com muita pressa mas conseguiu anotar o endereço dele e agradecê-lo. Sete dias se passaram quando bateram à porta da casa do rapaz. Para a surpresa dele, uma enorme TV colorida estava sendo entregue na casa dele com um bilhete junto que dizia: “Muito obrigada por me ajudar na estrada naquela noite. A chuva não só tinha encharcado minhas roupas como também meu espírito. Aí, você apareceu. Por sua causa eu consegui chegar ao leito de morte do meu marido antes que ele falecesse. Deus o abençoe por Ter me ajudado. Sinceramente, Mrs. Nat King Cole”
 TERCEIRA IMPORTANTE LIÇÃO:
Sempre se lembre daqueles que te serviram. Numa época em que um sorvete custava muito menos do que hoje, um menino de 10 anos entrou na lanchonete de um hotel e sentou-se a uma mesa. Uma garçonete colocou um copo de água na frente dele. – “Quanto custa um sundae?” ele perguntou. – “50 centavos” – respondeu a garçonete. O menino puxou as moedas do bolso e começou a contá-las. – “Bem, quanto custa o sorvete simples?” ele perguntou. A essa altura, pessoas estavam esperando por mesas e a garçonete perdendo a paciência. – “35 centavos” – respondeu ela, de maneira brusca. O menino, mais uma vez, contou as moedas e disse: – “Eu vou querer, então, o sorvete simples”. A garçonete trouxe o sorvete simples, a conta, colocou na mesa e saiu. O menino acabou o sorvete, pagou a conta no caixa e saiu. Quando a garçonete voltou, ela começou a chorar a medida que ia limpando a mesa pois ali, do lado do prato, tinham 15 centavos em moedas – ou seja, o menino não pediu o sundae porque ele queria que sobrasse a gorjeta da garçonete.
 QUARTA IMPORTANTE LIÇÃO:
O obstáculo no nosso caminho. Em tempos bem antigos, um rei colocou uma pedra enorme no meio de uma estrada. Então, ele se escondeu e ficou observando para ver se alguém tiraria a imensa rocha do caminho. Alguns mercadores e homens muito ricos do reino passaram por ali e simplesmente deram a volta pela pedra. Alguns até esbravejaram contra o rei dizendo que ele não mantinha as estradas limpas mas nenhum deles tentou sequer mover a pedra dali. De repente, passa um camponês com uma boa carga de vegetais. Ao se aproximar da imensa rocha, ele pôs de lado a sua carga e tentou remover a rocha dali. Após muita força e suor, ele finalmente conseguiu mover a pedra para o lado da estrada. Ele, então, voltou a pegar a sua carga de vegetais mas notou que havia uma bolsa no local onde estava a pedra. A bolsa continha muitas moedas de ouro e uma nota escrita pelo rei que dizia que o ouro era para a pessoa que tivesse removido a pedra do caminho. O camponês aprendeu o que muitos de nós nunca entendeu: “Todo obstáculo contém uma oportunidade para melhorarmos nossa condição”.

QUINTA IMPORTANTE LIÇÃO:
Há muitos anos atrás, quando eu trabalhava como voluntário em um hospital, eu vim a conhecer uma menininha chamada Liz que sofria de uma terrível e rara doença. A única chance de recuperação para ela parecia ser através de uma transfusão de sangue do irmão mais velho dela de apenas 5 anos que, milagrosamente, tinha sobrevivido à mesma doença e parecia ter, então, desenvolvido anticorpos necessários para combatê-la. O médico explicou toda a situação para o menino e perguntou, então, se ele aceitava doar o sangue dele para a irmã. Eu vi ele hesitar um pouco mas depois de uma profunda respiração ele disse: – “Tá certo, eu topo já que é para salvá-la…”. À medida que a transfusão foi progredindo, ele estava deitado na cama ao lado da cama da irmã e sorria, assim como nós também, ao ver as bochechas dela voltarem a ter cor. De repente, o sorriso dele desapareceu e ele empalideceu. Ele olhou para o médico e perguntou com a voz trêmula: – “Eu vou começar a morrer logo?” Por ser tão pequeno e novo, o menino tinha interpretado mal as palavras do médico, pois ele pensou que teria que dar todo o sangue dele para salvar a irmã! Pois é, Compreensão e Atitude são tudoooooooo !!! Lembre-se sempre: “Trabalhe como se você não precisasse do dinheiro, ame como se você nunca tivesse se machucado e dance como você dançaria se ninguém estivesse olhando”.
Autor Desconhecido

BEM VINDO MÊS DE JUNHO



Pare um pouco para fazer um balanço de tudo o que já aconteceu na sua vida, daquilo que mudou, do que melhorou, do que precisa de mudar para que possa melhorar. Este mês é muito especial. considerado muito importante porque .
Junho é assim chamado em honra da deusa romano Juno, porque ela era a esposa de Júpiter, o rei dos deuses, sendo a única deusa casada e, a protetora dos casamentos. Como nesta altura do ano se celebravam muitos casamentos, este mês passou a chamar-se junho, na sua homenagem.
Este é um mês de celebração, é como uma recompensa depois dos rigores dos primeiros cinco meses do ano, mais árduos e mais frios. Em junho, festejamos a alegria de ser criança, logo no dia 1. No dia 10 celebramos Portugal. E depois é tempo de santos populares: na madrugada de 13 de junho pedimos a Santo António que nos proteja no amor, na noite de 23 para 24 saltamos a fogueira ou lançamos balões de ar quente no ar e fazemos pedidos a São João, a 29 de junho reza-se a São Pedro, a quem pedimos que, no seu devido tempo, nos abra as portas do Céu. Abençoado seja para todos nós.